Mosteiro de Lorvão

Implantado num verdejante vale, o mosteiro remonta à data da primeira reconquista cristã de Coimbra, em 878 d.c., subsistindo ainda elementos arquitetónicos medievais, tais como capitéis românicos nas capelas do claustro. No século X era já importante o seu estatuto e dimensão, tendo sido alvo de importantes remodelações e ampliação ao tempo de D. Afonso Henriques.

Em 1206 o mosteiro passou a ser feminino cisterciense com profundas remodelações por ordem da infanta Beata Teresa de Portugal, filha de D. Sancho I e Rainha da Leão, pelo seu casamento com D. Afonso IX de Leão.

No século XVI o claustro sofreu remodelações de gosto renascentista e posteriormente todo o conjunto edificado foi objeto de importantes e continuadas obras de cariz barroco, que lhe proporcionaram a imagem majestosa que atualmente possui.

No século XX todo o conjunto foi requalificado para hospital psiquiátrico, tendo sido mantido e reinaugurado o órgão ibérico, exemplar único de dupla face, de dimensões e sonoridade fora do comum enquanto instrumento musical.

A área a afetar a uso turístico é a totalidade do imóvel, com exceção da igreja e da área que lhe está afeta.  

O modelo jurídico é o de concessão.

Concelho: 
Penacova
Envolvente: 
Insere-se num bonito vale fundo, rodeado de vegetação de grande beleza natural, em plena Aldeia do Lorvão.
Categoria de proteção: 
Monumento Nacional
Técnico Responsável: 
Fernando Teixeira
Observações

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Localização: